Efetue sempre uma verificação prévia à partida do estado e do equipamento; verifique se os fechos estanques estão seguros, ateste o combustível e o lastro até aos níveis recomendados e confirme se o equipamento de emergência está pronto para utilização imediata. Documente as conclusões no registo do mestre e informe a tripulação sobre quaisquer itens que exijam ação antes de zarpar.
Em operações internacionais em redor miquelon e zonas costeiras semelhantes, monitorize as mudanças de vento, ondulação e dados de correntes. Planeie um curso seguro com janelas meteorológicas conhecidas e mantenha as comunicações de rádio VHF disponíveis para coordenar com as autoridades portuárias ou embarcações de apoio.
Inspecionar o casco, os acessórios do convés e a casa das máquinas para holes ou sinais de dano. Se encontrar uma brecha, marque-a e tome medidas para a selar ou escorar prontamente, protegendo tela coberturas contra abrasão. Remova quaisquer combustível materiais de fontes de calor para limitar o risco e manter a área bem ventilada.
Keep closed compartimentos intactos e guarde equipamentos de segurança críticos em preferred locais que se mantêm relativamente secos e acessíveis. Verifique se equipment como coletes salva-vidas, bóias salva-vidas, extintores de incêndio e bombas de esgoto se mantêm operacionais e ao alcance; planear verificações diárias curtas para verificar condição e para evitar corrosão ou entrada de humidade.
Quando as condições são desafiantes, reduza a velocidade da embarcação para manter a estabilidade e evitar manobras arriscadas. Por favor, siga as checklists do guia e registe todos os taken ações e preencha o registo com notas sobre novos riscos ou ajustes. Esta abordagem ajuda a manter a tripulação concentrada, reduz o perigo e apoia respostas rápidas se algo correr mal.
TP 14070 Guia de Segurança para Embarcações Comerciais de Pequeno Porte 2010
Mantenha um plano de segurança pronto e impresso a bordo e treine toda a tripulação para seguir os procedimentos durante emergências e verificações de rotina.
Pontos-chave para proprietários e operadores:
- Estabelecer uma cadeia de comando clara para transmitir sinais de socorro e coordenar com as autoridades terrestres entre jurisdições unidas.
- Avaliar os perigos naturais na área de operação, incluindo rajadas de vento, encandeamento e mar agitado, e ajustar os planos em conformidade.
- Mapear localizações e rotas através de mares e vias navegáveis interiores; manter uma carta impressa na província com ancoradouros seguros e pontos de saída.
- Inspecione todos os equipamentos de salvamento, âncoras e equipamentos de propulsão; substitua as peças gastas e teste os equipamentos antes de cada viagem.
- Confirmar um alcance de rádio e AIS simples e adequado; efetuar uma verificação de rádio no início e no fim de cada viagem.
- Prepare-se para condições climatéricas frias armazenando camadas extra de roupa, cobertores e abrigos de emergência; reveja os procedimentos para hipotermia e exposição à água fria.
- Treine a tripulação para analisar problemas e praticar decisões rápidas durante emergências, incluindo resgates de homem ao mar e exercícios de incêndio.
- Rever os manuais impressos e checklists, mantê-los atualizados e reflashar o EPIRB e outros dispositivos eletrónicos conforme necessário para manter a funcionalidade.
- Realizar exercícios que abrangem diversos estados do mar, condições meteorológicas e locais para melhorar a prontidão da tripulação e dos sistemas da embarcação.
- Mantenha a bordo um kit simples e pronto a usar com ferramentas básicas, fusíveis sobresselentes e uma fixação para equipamento de salvamento.
- A tripulação deve estar atenta à fadiga, às previsões meteorológicas e aos sinais de socorro, e ajustar os ciclos de trabalho-descanso em conformidade.
- Documentar incidentes e atualizar procedimentos para refletir as lições aprendidas para a próxima viagem.
Estes procedimentos exigem que os proprietários mantenham um plano de segurança impresso e que formem as equipas regularmente, garantindo a preparação em toda a gama de condições operacionais na sua província e não só.
Requisitos de Construção: Conformidade Prática e Verificação

Verifique se todos os elementos estruturais e equipamentos de convés cumprem as normas aplicáveis e se possuem as marcas válidas antes da utilização, e garanta que a documentação relacionada se mantém atualizada para a sua embarcação. Para embarcações canadianas de menor porte, confirme se os acessórios de proa, as fixações das estropos e as ligações dos manilhas suportam forças elevadas e têm um desempenho fiável durante as operações de manuseamento de rotina. Mantenha uma tabela com a lista de equipamentos, fixações e pontos de fixação, e afixe os registos de instalação a bordo para que o proprietário possa revê-los em conjunto com a sua equipa de segurança. Com exceção dos itens não estruturais, garanta que as observações efetuadas durante as inspeções correspondem à documentação gerada, incluindo o estado do alarme e as leituras dos medidores utilizados para monitorizar as cargas, para confirmar o funcionamento seguro de todas as fixações. Inclua verificações recíprocas nas fixações críticas e verifique se as ligações dos manilhas e das âncoras permanecem seguras sob cargas simuladas, com procedimentos para lidar com cargas de pico. Registe as condições observadas frequentemente e mantenha o ficheiro em conjunto com as notas pós-inspeção para auditorias e revisões regulamentares. Garanta que a informação está facilmente disponível para os marítimos e as autoridades para apoiar a conformidade canadiana e a segurança contínua.
Estrutura do Casco: Materiais, Espessura e Critérios de Estrutura

Recommendation: Para a maioria das pequenas embarcações comerciais, selecione materiais de casco com reparabilidade comprovada e metas de espessura documentadas que se adequem à exposição operacional. Dê preferência a ligas de alumínio ou fibra de vidro com layouts de estrutura bem estabelecidos e mantenha um documento simples e claro no ficheiro da embarcação para orientar a manutenção e as reparações.
Cascos de Alumínio Forneça soldaduras ou uniões aparafusadas leves e previsíveis. Use espessuras de revestimento exterior na ordem dos 3–6 mm para cascos típicos, com 6–8 mm em zonas de maior exposição, como a proa e a quilha, e 2–3 mm para almas ou reforços internos suportados por linhas e postes. Selecione ligas como 5083-H116 ou 5086-H32 para resistência à corrosão e siga um plano de proteção contra corrosão fixo.
Cascos de fibra de vidro/PRFV recorrer a laminado e núcleo; definir uma espessura total do laminado de 10–25 mm nas áreas acima da linha de água onde o risco de impacto é normal, e um mínimo de 15–25 mm nas áreas abaixo da linha de água para resistir à pressão. Utilizar um laminado de tecido entrançado ou cosido com um material de núcleo e sistema de resina adequados; garantir que o teor de resina evita assobios ou vibrações em alta velocidade. Planear os reparos atempadamente quando as condições de exposição mudam, como viagens no Havai ou rotas costeiras.
Critérios de enquadramento Defina o espaçamento da estrutura entre 300–600 mm (12–24 polegadas) com estruturas transversais e longarinas para suportar cargas, além de reforços ao longo de áreas de alta tensão. Utilize conexões soldadas ou aparafusadas; garanta que as linhas de parafusos permaneçam protegidas com revestimentos e isolamento onde necessário. Posicione os postes e as linhas de amarração para suportar as cargas do convés e manter o alinhamento do leme e das peças móveis. O design mantém a flexibilidade do casco dentro dos intervalos normais para que o risco de acidentes seja reduzido e as equipas de reparação saibam o que corrigir.
Fixadores e a proteção contra corrosão requerem atenção. Utilize parafusos e porcas resistentes à corrosão; isole metais diferentes com barreiras dielétricas; aplique revestimentos anticorrosivos; inspecione as linhas de parafusos e substitua qualquer fixador gasto. Mantenha um mapa de exposição para danos pós-casco; embarcações locais podem seguir práticas diferentes. Documente a inspeção e as referências para o arquivo de manutenção.
Plano de manutenção devem incluir verificações anuais da pele, estrutura e anteparas; testar a entrada de água acima e abaixo da linha de borda livre; medir a deflexão do casco após cargas pesadas; registar as reparações num documento padrão. Para a segurança dos navegadores, tratar as reparações prontamente e evitar viajar com a integridade do casco comprometida. Manter um registo com referências ao projeto original e a quaisquer requisitos de código locais, para que as tripulações em locais como o Havai ou ao longo dos rios possam consultar rapidamente.
Patches de emergência inclua uma remenda simples de lona envolvida com resina epóxi para pequenas brechas como correção temporária até que uma reparação completa possa ser efetuada; documente a remenda com a data, a localização e a identificação da embarcação no seu registo.
Anteparas e Integridade Estanque: Segregação, Portas e Estanquidade às Intempéries
Recomendação: Esta disposição proporciona uma verdadeira segregação e minimiza o risco, mantendo as anteparas estanques. Durante as operações diurnas, os marítimos devem efetuar frequentemente verificações de portas e vedantes, operar cada dispositivo de fecho automático e verificar se não existe nenhum orifício ou fenda à volta das estruturas. O sino do navio pode sinalizar à tripulação para iniciar as verificações, e documentar as conclusões aborda a responsabilidade e reforça os deveres de segurança.
O projeto e construção de anteparas centra-se em como os compartimentos são divididos ao longo do comprimento do casco. As anteparas que correm horizontalmente criam múltiplas zonas isoladas, o que é especialmente benéfico em embarcações maiores. Em passagens costeiras e marítimas, adicione mais limites para restringir a inundação a um espaço individual; embora alguns espaços sejam grandes, a segmentação cuidadosa reduz os danos gerais e torna as respostas mais fáceis de gerir.
As portas e a estanquicidade exigem fechos robustos e fiáveis. As portas estanques têm de fechar de forma segura a partir do leme ou dos postos da tripulação, com dobradiças contínuas e juntas eficazes que preencham o espaço à volta das estruturas. Mantenha o caminho da porta livre de água suja e detritos, e acorrente as portas em tempo agitado para evitar movimentos descontrolados. As portas individuais devem manter o alinhamento correto e qualquer desajuste merece atenção imediata para proteger toda a construção.
A manutenção e os testes requerem um plano disciplinado. Efetue frequentemente verificações de estanquidade durante os testes de mar e inspeções de rotina, e realize testes de enchimento controlado em compartimentos isolados para confirmar se a quantidade de água necessária para romper a barreira permanece dentro dos limites de segurança. Registe os resultados e resolva qualquer infiltração prontamente para manter a integridade geral.
O acesso e as penetrações devem ser planeados cuidadosamente. Limitar o acesso através de anteparas aos serviços essenciais e construir penetrações para minimizar aberturas que possam comprometer uma vedação. Os orifícios e as penetrações no casco devem ser minimizados e, quando necessário, devidamente reforçados para suportar a integridade da barreira. Esta abordagem mantém o acesso conveniente para o leme e a tripulação, preservando ao mesmo tempo o propósito da barreira.
Deveres e responsabilidade exigem responsabilidades claras. Os marítimos são responsáveis por manter a integridade estanque e reportar avarias prontamente. Os armadores devem considerar a compra de vedantes de porta sobressalentes e componentes de substituição, reconhecendo que a responsabilidade pode exceder o seguro se ocorrerem falhas de manutenção. Procedimentos claros e exercícios regulares garantem a prontidão da tripulação e reduzem a exposição durante operações costeiras e marítimas.
- Inspecionar a cada verificação as juntas, dobradiças e alinhamento do batente de cada porta estanque.
- Verificar se os dispositivos de fecho automático funcionam e se as portas fecham completamente a partir de todas as estações, incluindo o leme.
- Testar a estanquidade com enchimento seguro e controlado de espaços isolados e registar os resultados.
- Mantenha selos, juntas e correntes de portas sobresselentes a bordo para substituição rápida.
- Limite as penetrações e resolva quaisquer condições insalubres à volta das estruturas para evitar fugas.
Controlos de Qualidade de Soldadura, Carpintaria e Fabrico
Inspeccionar todas as soldaduras e interfaces de união antes do lançamento: realizar verificações visuais, testes de líquidos penetrantes nas soldaduras acessíveis e registar os resultados no registo de qualidade da embarcação na oficina.
Priorizar juntas frontais e áreas da estrutura, assegurando o alinhamento e retidão. Procurar rebaixos, porosidade superficial e falta de fusão; corrigir e ressoldar quando necessário. Monitorizar o número de juntas críticas avaliadas e acompanhar a tendência de problemas em vários pontos para orientar melhorias.
Use métodos simples não destrutivos, se estiver disponível pessoal qualificado: ensaio de líquidos penetrantes para defeitos superficiais, partículas magnéticas para soldaduras ferromagnéticas e ensaios ultrassónicos para espessura em secções-chave. Registe cada resultado com o ID da junta e o ponto de inspeção; isto ajudá-lo-á a abordar desvios de forma rápida e clara, ligando diretamente as conclusões às ações corretivas.
A manutenção de registos e o fluxo de trabalho ao nível do chão exigem um registo compacto que atribua um número único a cada junta (por exemplo, J-01 a J-30). Arquive os resultados diretamente no registo e coloque etiquetas físicas perto de cada soldadura com a designação atribuída. Use verificações de decibéis nas zonas de trabalho para monitorizar a exposição ao ruído e garantir a proteção auditiva das equipas; esta prática ajuda a gerir a bioacústica e protege os trabalhadores durante as operações de esmerilhamento e pancadas no chão. O fluxo de dados revelará tendências, que poderão orientar a formação e os procedimentos futuros.
A qualidade depende da limpeza e preparação da superfície: remova a ferrugem e a tinta das zonas de soldadura, proteja as juntas de borracha perto das portas e mantenha o chão seco e livre de contaminantes. Aplique um plano de inspeção da frente para trás que cubra todas as junções esféricas e soldaduras de roscas de tubos; isto reduz o retrabalho e aumenta a durabilidade.
Quando ocorram operações de combustão de combustível nas proximidades, direcione a ventilação e as fontes de ignição: isole as zonas de combustível, coloque barreiras (cortinas de borracha) entre o trabalho e o armazenamento e garanta folgas adequadas. Confirme que o revestimento do convés permanece seco e livre de resíduos para evitar riscos de ignição súbita. Monitorize os fluxos ambientais e os níveis de decibéis para manter a exposição dos trabalhadores dentro de limites seguros e resolva quaisquer desvios prontamente com ações corretivas claras.
| Área / Processo | Checks | Critérios Aceitáveis | Documentação / Provas |
|---|---|---|---|
| Cordões de Soldadura em Estruturas e Juntas | Inspeção visual; remoção de contaminantes; passes de raiz e de topo; verificação de mordeduras; verificação do alinhamento | Subcorte ≤ 0,5 mm; porosidade não visível; penetração total da raiz; alinhamento ≤ 1 mm em 500 mm; folgas ≤ 0,2–0,5 mm por lado | Número de registo da inspeção; ID da junta; resultados de END; data |
| Ensaios Não Destrutivos (END) | Ensaios por líquidos penetrantes ou partículas magnéticas; verificações por ultrassons quando necessário. | Passa nas indicações por junta; sem indicações que requeiram reparação além da tolerância permitida; espessura dentro das especificações. | Números de relatório de END; iniciais do técnico; data |
| Preparação da Superfície & Limpeza | Remoção de ferrugem/tinta; limpeza dos bordos da soldadura; aplicação de máscara conforme necessário; superfície seca. | Face da soldadura limpa e seca; sem contaminantes na zona de fusão; máscara intacta | Logs de preparação; fotos; data |
| Área de Combustão e Ventilação | Eficácia da ventilação; barreiras colocadas; verificações de ruído | Ventilação de acordo com a norma; distância às zonas de combustível ≥ 2 m; níveis de emissão e ruído dentro dos limites | Registos de ventilação; registos de barreiras; leituras de decibéis |
Equipamento de Convés, Navegação e Conformidade de Segurança Contra Incêndios
Comece com uma configuração claramente definida: a sua embarcação está equipada com um kit de segurança de convés, incluindo coletes salva-vidas, uma boia de arremesso, um kit de primeiros socorros e uma lanterna com luz para emergências. Utilize um formulário simples para verificações pré-navegação e mantenha-o atualizado. Concentre-se em três pontos: equipamento de convés, preparação para navegação e segurança contra incêndios.
Detalhes do equipamento de convés: Manter pelo menos duas posições para defensas na proa e na popa. Usar uma adriça nos cabos de amarração para embarcações maiores. Inspecionar cabos, manilhas, cunhos e guinchos; substituir peças gastas imediatamente. Manter os pontos de acesso desobstruídos e marcar as localizações para que a tripulação possa agir rapidamente em momentos de maior movimento. Registar a quantidade de cabos e defensas sobresselentes para evitar faltas na doca. Garantir a montagem correta e as opções de hardware para reduzir o manuseamento inseguro.
Preparação para a navegação: Mantenha uma carta náutica e um plotter digital atualizados, além de uma bússola de mão como reserva. A sua embarcação deve ter um rádio VHF, GPS e AIS onde exigido, com ligação à terra da antena adequada. Atribua um vigia durante as manobras e atracagem; certifique-se de que os indicadores luminosos são visíveis à noite. Localizar o equipamento de navegação ao alcance facilita o tempo de resposta. De acordo com as recomendações do fabricante, guarde o manual de operação e os modelos para consulta rápida e mantenha um formulário simples para registar as verificações.
Segurança contra incêndios: Um kit de segurança que consiste em, pelo menos, dois extintores portáteis, uma manta ignífuga e uma luz de reserva a bateria cobre as verificações noturnas. Compartimentos do motor com sistemas de combustão a combustível requerem ventilação, válvulas de corte e verificações de fugas. Coloque os extintores em locais acessíveis no convés e verifique a pressão mensalmente. Forme a tripulação em combate básico a incêndios e isolamento de emergência. Se observar uma condição insegura, trate-a imediatamente e isole a área para evitar a propagação.
Medidas de conformidade: Para cumprir o TP 14070, implemente um formulário de segurança permanente para verificações de convés e exercícios. Utilize modelos para uniformizar as inspeções; efetue verificações no final de cada turno e após cada abastecimento, fundeio ou passagem difícil. Atribua um vigia dedicado e um responsável pela manutenção do equipamento; reveja o plano mensalmente e sempre que os caminhos ou o equipamento mudem. Não opere por mais tempo sem verificar se todo o equipamento de segurança está iluminado e seguro.
Proteção Contra Corrosão, Revestimentos e Diretrizes de Manutenção
Efetue um levantamento profissional de corrosão a cada seis meses e após grandes viagens; trate os pontos de ferrugem e a delaminação do revestimento no prazo de 30 dias. Estas ações são necessárias para proteger o fundo e manter os passageiros em segurança.
Implemente um sistema de revestimento de cinco fases: primário rico em zinco (mínimo de 85% de zinco em peso) para impedir a corrosão, uma camada de barreira epóxi para selar o metal e uma camada superior resistente aos raios UV, como o poliuretano; defina como alvo uma espessura total de película seca (DFT) de 100–180 microns. Jatos de névoa salina atingem o casco, por isso escolha revestimentos com forte resistência ao aparecimento de bolhas e boa adesão.
Preparação da superfície: remover revestimentos soltos, limpar com detergente marítimo, desengordurar, enxaguar; obter um substrato sólido, abrasando até um perfil rugoso (ISO Sa 2.5) com uma escova de arame ou rebarbadora; utilizar as ferramentas adequadas e garantir que as superfícies estão secas antes de aplicar o revestimento. Manter a limpeza normal da superfície para garantir a adesão; o objetivo é evitar que defeitos ocultos se transformem em reparações futuras.
Plano de manutenção e verificações diárias: efetuar verificações diárias para detetar bolhas, ferrugem ou gizamento; documentar os resultados; medir a espessura do revestimento com um medidor DFT portátil e comparar com as especificações do produto; garantir que os períodos de repintura são respeitados (4–6 horas a 15–25°C e HR abaixo de 85%); evitar erros como negligenciar as verificações diárias. Se as leituras indicarem perda, agendar uma repintura com um profissional.
Abordagem por zonas: dividir o casco em cinco zonas (proa, meia-nau, popa, borda superior do convés e fundo) para monitorizar a corrosão; etiquetar o estado da zona durante a manutenção e restringir o acesso de passageiros quando os trabalhos estão em curso; a aplicação de um cronograma consistente ajuda a manutenção a manter-se em dia.
Proteção operacional: mantenha a água fora dos compartimentos autoescorrentes; garanta que os ralos permaneçam desobstruídos e verifique os revestimentos inferiores perto das áreas de lastro; inspecione os ânodos de sacrifício e as conexões de fios de proteção; substitua os ânodos desgastados prontamente; se uma embarcação utiliza hidrofones, inspecione sua montagem e fiação em busca de corrosão.
Documentação e pesquisa de campo: manter um registro com data, produto, DFT e condição da superfície; conduzir alguma pesquisa para comparar revestimentos; certos produtos oferecem proteção mais confiável em teste de pulverização de sal; usar opções equivalentes ao substituir; observar que leituras falsas podem enganar, portanto, verificar com um segundo método; as equipes adoram registros claros e verificáveis que indicam deterioração precocemente; observar a quantidade reduzida de tinta restante, o que sinaliza proteção reduzida.
TP 14070 Small Commercial Vessel Safety Guide 2010 – Essential Overview">